O que levar para um cruzeiro?

Fazer as malas pra embarcar num cruzeiro é um misto de empolgação com dúvida. Muita gente acha que vai dar conta com uma mala pequena e depois percebe que esqueceu item básico. Outras pessoas exageram tanto que mal conseguem carregar o que levaram. A verdade é que existe um meio-termo. Saber o que levar para um cruzeiro é essencial pra curtir sem estresse, sem sustos e sem aquele famoso “putz, esqueci isso”.

Se você já garantiu sua cabine, tá com o roteiro em mãos e agora tá só pensando em arrumar tudo certinho, esse guia aqui vai ser seu melhor amigo. Vamos te mostrar o que realmente importa levar, o que pode ser deixado de lado e até uns truques de quem já embarcou em vários navios.

Como se preparar antes de fazer a mala

Antes de sair jogando tudo na mala, vale a pena parar um minutinho pra pensar no tipo de cruzeiro que você vai. É nacional ou internacional? Tem mais dias em alto mar ou mais paradas? É uma viagem mais de descanso ou cheia de festas?

Essas perguntas ajudam a definir a quantidade e o tipo de roupa, os documentos e até os acessórios que você vai precisar. Outro ponto importante: no navio tudo costuma ser mais caro. Então o que você puder levar de casa pra evitar comprar a bordo, melhor!

Documentos que não podem faltar

Mesmo que o cruzeiro seja no Brasil, é fundamental levar os documentos certos. Afinal, você vai embarcar em um transporte internacional com regras rígidas.

Documentos essenciais:

  • Documento com foto (RG, CNH ou passaporte, dependendo do destino)
  • Cartão de embarque impresso ou no app da companhia
  • Visto (se for necessário pro país de destino)
  • Certificado de vacinação internacional (algumas rotas exigem)
  • Cartão de crédito ou dinheiro em espécie
  • Cópia dos documentos (em caso de perda, ajuda muito)
  • Seguro viagem (principalmente em cruzeiros internacionais)

Guarde tudo isso numa pasta ou necessaire só pra documentos. Evita bagunça e é mais fácil de achar quando pedirem.

Roupas ideais para usar no navio

Roupa é o item que mais gera dúvida. E é compreensível. Num mesmo cruzeiro você pode pegar sol, jantar chique e ainda ir pra balada à noite. A dica é: leve peças versáteis e que combinem entre si.

Para o dia

  • Biquínis, maiôs ou sungas
  • Saídas de praia
  • Shorts, saias e camisetas leves
  • Chinelo ou sandália confortável
  • Boné ou chapéu
  • Óculos de sol

Para a noite

  • Roupas mais arrumadas (vestido, camisa, calça de sarja)
  • Um look formal (alguns jantares pedem traje social)
  • Sapato fechado ou salto (se você quiser ir nos jantares especiais)
  • Jaqueta leve (ventinho à noite pode bater)

Evite levar roupa demais. O espaço na cabine costuma ser pequeno e você não vai usar metade se levar coisa à toa.

Itens de higiene e beleza

O navio costuma oferecer shampoo, sabonete e até secador em algumas cabines. Mas se você é daquelas pessoas que têm seus próprios produtos preferidos, é melhor levar os seus.

Não esqueça de colocar na mala:

  • Protetor solar (imprescindível)
  • Hidratante corporal e facial
  • Shampoo e condicionador
  • Escova de dente e pasta
  • Fio dental e enxaguante
  • Desodorante
  • Escova de cabelo
  • Repelente (principalmente pra cruzeiros pelo Norte e Caribe)
  • Kit manicure básico (lixa, cortador, pinça)

Se tiver espaço, vale levar uma nécessaire de maquiagem com os básicos.

Remédios e itens de saúde

Mesmo que você não tome medicação controlada, é bom estar prevenido. O navio tem posto médico, sim, mas qualquer atendimento costuma ser cobrado em dólar.

Então já prepara um mini kit farmácia com:

  • Remédio pra enjoo (os mais comuns são Dramin ou Meclin)
  • Analgésico e antitérmico
  • Antiácido e remédio pra má digestão
  • Remédio pra alergia
  • Band-aid e pomada pra picada
  • Termômetro pequeno
  • Medicamentos de uso contínuo (leve a receita junto!)

Acessórios úteis e que fazem diferença

Tem uns itens que muita gente só lembra quando sente falta. Então já anota aí:

  • Mochila ou bolsa pequena pro dia a dia nas paradas
  • Garrafa de água reutilizável (alguns navios têm refil)
  • Adaptador de tomada (verifique o tipo de tomada do navio)
  • Fones de ouvido
  • Celular com carregador e power bank
  • Câmera (se você curte registrar tudo com mais qualidade)
  • Livro, e-reader ou baralho (pra momentos de descanso)

E uma dica de ouro: leve uma sacola dobrável ou mochila extra. Vai que você compra lembrancinhas ou roupas nas paradas? Isso ajuda muito.

O que não levar de jeito nenhum

Agora vamos aos itens que mais causam dor de cabeça se levados:

  • Ferro de passar roupas (é proibido e pode ser confiscado)
  • Secador de cabelo potente (os da cabine já dão conta)
  • Alimentos e bebidas de fora (muitas companhias barram)
  • Objetos cortantes ou armas (óbvio, né)
  • Drone (algumas companhias proíbem o uso a bordo)
  • Mala grande demais (algumas cabines não comportam malas enormes)

Evite excesso. Bagagem volumosa vira estresse, principalmente no check-in e no check-out.

Roupas extras para situações específicas

Dependendo do tipo de cruzeiro, você pode precisar de algumas peças específicas. Por exemplo:

Cruzeiro com temática de festa ou réveillon:

  • Roupas brancas
  • Fantasias leves (às vezes tem festas à fantasia)
  • Roupas coloridas ou fluorescentes (em caso de festas estilo neon)

Cruzeiro em destinos mais frios:

  • Casaco mais pesado
  • Luvas e gorro
  • Bota confortável

Sempre vale verificar o roteiro e a previsão do tempo pra ter uma ideia melhor.

E as crianças?

Se você vai com filhos, aí a lista cresce um pouco. Mas com organização, dá tudo certo.

Para crianças, leve:

  • Fraldas e lenços (se for bebê)
  • Roupinhas extras
  • Brinquedos pequenos
  • Remédios infantis
  • Comidinhas específicas (verifique o que é permitido levar)
  • Protetor solar infantil
  • Boia de braço ou colete inflável (pra mais segurança na piscina)

E claro, paciência e bom humor, porque criança em navio exige atenção.

Truques extras pra facilitar a viagem

Aqui vão uns macetes de quem já se embananou e aprendeu com os erros:

  • Leve uma muda de roupa na mochila de mão (às vezes a mala demora pra chegar na cabine)
  • Coloque etiqueta com nome e telefone em todas as malas
  • Baixe o app do navio (muitos têm informações, programação e reservas)
  • Tire fotos dos documentos e salve na nuvem
  • Tenha sempre um casaco na mochila, mesmo no verão (dentro do navio o ar-condicionado é gelado)
  • Leve alguns snacks ou barrinhas se tiver crianças, mesmo que o navio ofereça comida o tempo todo

O segredo de uma mala perfeita pro cruzeiro não é quantidade, é inteligência. Levar o necessário, estar preparado pros imprevistos e não esquecer os documentos são as chaves pra aproveitar a viagem de verdade. Um cruzeiro é uma experiência única e cheia de momentos pra lembrar, então quanto menos preocupações com coisas esquecidas ou bagagem a mais, melhor.

Aproveite o clima, o som do mar, as paisagens e as experiências. O resto é só bagagem — literalmente!

Plano Gratuito Veek Vale a Pena?

Peça seu chip da Veek, a operadora 100% grátis!

Você já ouviu falar da Veek, a operadora digital que promete telefonia 100% online e sem burocracia? Pois é, nos últimos tempos ela vem chamando atenção, principalmente por oferecer um plano gratuito, algo que parece até mentira em pleno 2025. Mas será que esse plano grátis da Veek vale a pena mesmo? Quais são os prós e contras? E, mais importante, ele serve para todo mundo?

Se você está na dúvida se assina ou não, ou quer entender como esse plano funciona na prática, fica por aqui que a gente vai destrinchar tudo com detalhes, explicando de forma clara e direta, sem enrolação.

O que é o Plano Gratuito da Veek?

A proposta da Veek é simples e ousada: chip virtual com plano gratuito para uso básico. Esse plano, chamado por muitos de Veek Gratuito ou Veek for Free, inclui serviços essenciais de telefonia, como chamadas e internet com uma franquia limitada, mas sem cobrança mensal.

A ideia por trás desse plano é oferecer conectividade para todos, mesmo pra quem não tem condições de pagar por um plano tradicional. E isso é possível porque o modelo da Veek é sustentado por parcerias, publicidade e serviços adicionais pagos.

Como funciona o plano gratuito?

De forma geral, o plano funciona assim:

  • Você recebe um chip eSIM ou físico, dependendo do seu celular.
  • Ativa o plano no app da Veek.
  • Começa a usar os serviços dentro de um limite mensal que é renovado automaticamente.

Os serviços normalmente incluem:

  • Chamadas locais e DDD para números móveis e fixos (com franquia).
  • Pacote limitado de internet móvel (3G ou 4G, dependendo da região).
  • WhatsApp liberado para mensagens (em alguns casos).

Vantagens do Plano Gratuito da Veek

Agora vamos falar do que esse plano tem de bom. E olha, pra um serviço que custa zero reais, até que entrega mais do que muita gente espera e sim, a Veek Vale a Pena.

1. Sem fatura, sem boleto, sem cobrança

Talvez a maior vantagem: você não paga nada. Zero mensalidade. Isso já torna a proposta muito interessante pra quem quer economizar ou pra quem usa pouco o celular.

2. Ideal para quem usa pouco

Se você é daqueles que usa o celular só pra mandar mensagens, receber ligações e acessar a internet de vez em quando, o plano gratuito da Veek pode dar conta do recado.

3. Ótimo para celular reserva

Tem um celular secundário? Ou um aparelho só pra empresa, entregas, segurança ou WhatsApp Business? Esse plano é perfeito pra isso.

4. Experiência digital completa

A ativação, gestão e suporte da Veek são todos feitos pelo aplicativo, o que significa menos burocracia e mais agilidade.

Desvantagens do Plano Gratuito da Veek

Claro que nem tudo são flores. Afinal, é um plano gratuito, e por isso mesmo tem limitações que precisam ser levadas em conta.

1. Internet com franquia limitada

O pacote de internet é bem pequeno, geralmente não passa de 100 MB ou 200 MB por mês, o que dá apenas pra ver mensagens, talvez acessar um site ou outro. Esqueça vídeos, apps pesados ou chamadas de vídeo.

2. Velocidade de conexão reduzida

Mesmo quando a internet está disponível, a velocidade é mais baixa do que planos pagos. Dá pra usar o básico, mas se você exige agilidade, vai se frustrar.

3. Possível dependência de publicidade

Algumas versões do plano exigem que você assista anúncios ou interaja com conteúdos patrocinados no app da Veek pra manter a gratuidade ativa.

4. Cobertura depende da rede parceira

A Veek utiliza a estrutura de operadoras maiores (como a Vivo ou TIM) em esquema de MVNO (operadora virtual). Isso significa que a cobertura e sinal variam bastante dependendo da sua região. Em áreas mais afastadas ou rurais, pode ter dificuldade.

Quem deve usar o plano gratuito da Veek?

Esse plano é indicado pra um público bem específico. Se você se encaixa em alguma dessas situações, talvez valha a pena testar:

  • Pessoas com uso extremamente básico do celular
  • Quem precisa de um número secundário
  • Estudantes que usam o celular só com Wi-Fi
  • Idosos que fazem poucas ligações e não usam muitos dados
  • Motoristas de app que têm um celular extra só pra corrida
  • Microempreendedores que querem um número exclusivo pro WhatsApp

Agora, se você usa o celular como principal meio de comunicação, trabalha com o aparelho o dia todo, faz reuniões por vídeo, uploads, navega muito, esse plano não vai dar conta e você vai se irritar com as limitações.

Vale mesmo a pena ou não?

Depende do seu perfil. O plano gratuito da Veek vale a pena sim se você quer economizar, tem um uso muito leve e entende que as limitações fazem parte da proposta. Ele não foi feito pra competir com planos robustos, mas sim pra incluir mais pessoas no mundo digital, mesmo sem dinheiro.

Pra muita gente, isso já é suficiente. Você ativa o chip, mantém o número, usa pra receber código de confirmação, ligações simples, WhatsApp, e pronto. Sem susto no fim do mês. Mas tem que aceitar as restrições.

Dica extra: dá pra combinar com Wi-Fi

Se você passa o dia no Wi-Fi, seja em casa ou no trabalho, o plano gratuito da Veek pode funcionar perfeitamente. Assim você não depende tanto da internet móvel e aproveita bem o que o plano oferece.

Comparando com outros planos básicos pagos

Pra quem acha que “gratuito” nunca é melhor que “barato”, vale pensar bem. Um plano pré-pago comum hoje custa entre R$ 15 e R$ 30 por mês. Pode parecer pouco, mas se você só usa o básico e gasta isso todo mês, no fim do ano são mais de R$ 200 que poderiam ser economizados.

É por isso que, mesmo com limitações, muita gente está migrando ou mantendo a Veek como uma linha secundária.

Como pedir o chip e começar a usar

Pra experimentar, é só seguir esses passos:

  • Acesse o site ou baixe o aplicativo da Veek
  • Solicite o chip físico (que pode ter custo de envio) ou ative o eSIM
  • Faça seu cadastro e escolha o plano gratuito
  • Siga as orientações de ativação
  • Pronto: seu celular já está funcionando com o plano zero reais

Atenção: sempre leia os detalhes no app antes de usar, pois regras e franquias podem mudar com o tempo.

O plano gratuito da Veek não é mágica nem milagre, mas sim uma proposta honesta com um propósito claro: oferecer o básico para quem precisa. E isso, ele faz bem. Não espere navegação ilimitada nem suporte premium, mas se você entender a proposta e usá-lo dentro do que é oferecido, vai se surpreender com o custo-benefício. Afinal, custa nada — literalmente.

Se seu objetivo é ficar conectado sem peso no bolso, a resposta é sim: o plano gratuito Veek vale a pena, especialmente como linha extra ou para quem não depende tanto do celular.

Saque Jam COD 99: O que significa?

Se você já tentou fazer um saque do seu dinheiro e se deparou com a mensagem “Saque Jam COD 99”, pode ter levado um susto. Afinal, é uma sigla que parece até coisa de filme de espionagem, né? Mas calma que não tem mistério. Neste guia, vamos te explicar o que significa Saque Jam COD 99, por que isso aparece, o que fazer e quais cuidados tomar para garantir que seu dinheiro caia direitinho na sua conta.

Prepara o café, porque vamos destrinchar esse assunto de forma simples, sem enrolação, com exemplos do dia a dia e tudo que você precisa saber!

O que é “Saque Jam COD 99”?

Essa expressão nada mais é do que um código de erro bancário. Quando aparece a sigla “Saque Jam COD 99”, ela está informando que algo deu errado no processo de saque ou pagamento, especialmente em plataformas como Caixa Tem, Auxílio Brasil, Bolsa Família, Pix, ou até em maquininhas de cartão.

“JAM” vem de um termo interno usado por algumas instituições financeiras para identificar transações com falhas técnicas ou que foram interrompidas por segurança.

Já o “COD 99”, que parece enigmático, na prática representa uma falha genérica, ou seja, o sistema não conseguiu concluir a operação e jogou esse erro como resposta padrão.

Em que situações o erro “Saque Jam COD 99” aparece?

Esse código costuma aparecer em alguns contextos específicos. Veja os mais comuns:

1. Tentativa de saque em lotérica ou caixa eletrônico

Você tenta sacar um benefício e o caixa eletrônico ou atendente diz que “deu erro COD 99”. Pode ser problema de conexão, sistema fora do ar ou erro nos dados da conta.

2. Pagamento com cartão ou Pix

Quando a transação não é concluída corretamente, o sistema cancela automaticamente e responde com esse erro. Isso acontece em apps como Mercado Pago, Nubank, PicPay, e até em maquininhas Cielo, PagSeguro e Stone.

3. Erro no Caixa Tem ou aplicativo de banco

O app trava, fecha sozinho, ou aparece mensagem de erro e diz “COD 99”. Isso indica que o sistema falhou no processo de validação da transação.

Principais causas do erro “COD 99”

Agora que você já entendeu onde ele aparece, bora ver por que esse erro acontece. Veja as causas mais comuns:

  • Instabilidade no servidor do banco 
  • Problema de internet ou conexão no aparelho 
  • Conta bloqueada ou suspensa por segurança 
  • CPF irregular ou com pendência no sistema 
  • Saldo insuficiente no momento do saque 
  • Erro de digitação nos dados bancários 
  • Tentativa de transação fora do horário permitido 

Como resolver o erro “Saque Jam COD 99”?

Nada de entrar em desespero. Existem passos simples que você pode seguir para resolver esse problema.

1. Verifique sua conexão com a internet

Parece básico, mas internet lenta ou instável interfere direto no funcionamento dos apps bancários. Reinicie o wi-fi ou teste com os dados móveis.

2. Atualize o aplicativo do banco

Use sempre a versão mais atualizada do app, seja Caixa Tem, banco digital ou carteira virtual. Versões antigas causam bugs com frequência.

3. Tente mais tarde

Às vezes é só uma instabilidade temporária no sistema. Espere alguns minutos ou tente em outro horário, principalmente fora do pico de uso (como 9h às 11h e 17h às 19h).

4. Confirme seus dados cadastrais

Cheque se nome, CPF, agência e número da conta estão corretos. Pequenos erros travam o sistema e resultam no código 99.

5. Consulte o atendimento do banco

Se o erro persistir, entre em contato com o SAC ou chat da instituição. Leve print da tela e tente descrever exatamente o que aconteceu. Eles têm acesso ao histórico da transação.

Dica extra: se você estiver sacando um benefício do governo

Muita gente vê esse erro ao tentar sacar o Bolsa Família ou o Auxílio Brasil. Nestes casos, vale conferir:

  • Se o benefício já foi depositado de fato
  • Se o CPF está regular na Receita Federal
  • Se a conta social digital não está com restrição

Se você tentou fazer saque em lotérica e recebeu o erro, aguarde alguns minutos e tente de novo. Caso continue, vá a uma agência da Caixa Econômica Federal com seus documentos pessoais.

O erro COD 99 indica que o dinheiro foi perdido?

Não. Fique tranquilo. O erro não significa que o dinheiro sumiu ou foi roubado. Ele apenas mostra que a tentativa de saque não foi concluída com sucesso. O valor fica disponível na conta normalmente, a não ser que o sistema tenha bloqueado por segurança.

Sempre vale conferir o extrato no app ou diretamente com o banco.

Existe risco de fraude com o erro COD 99?

De forma geral, o erro por si só não indica fraude. Mas se ele aparecer muitas vezes seguidas, sem explicação clara, ou se o app ficar fora do ar por horas, fique de olho:

  • Ative a verificação em duas etapas no seu app bancário
  • Troque a senha de acesso caso suspeite de invasão
  • Não compartilhe prints do erro com ninguém fora do atendimento oficial

Essas medidas garantem que seu dinheiro esteja protegido enquanto o problema é resolvido.

Palavras que aparecem junto com “Saque Jam COD 99”

Em muitos casos, esse código aparece junto com outros avisos. Entenda o que eles querem dizer:

  • Transação não autorizada: pode ser problema no cartão ou saldo zerado
  • Sistema indisponível: erro do próprio banco ou instabilidade no app
  • CPF não localizado: seus dados podem estar desatualizados ou com erro
  • Conta bloqueada temporariamente: medida de segurança contra fraudes

Quando devo me preocupar de verdade?

Você só precisa se preocupar se:

  • O erro aparecer por mais de 3 dias seguidos 
  • O dinheiro sumir da conta sem cair em lugar nenhum 
  • O app ou atendimento do banco não der nenhuma resposta

Nesses casos, abra uma reclamação formal no banco e, se necessário, entre em contato com a ouvidoria ou órgãos como o Banco Central e o Procon.

Resumo: o que fazer quando ver “Saque Jam COD 99”?

Pra não esquecer, aqui vai um resumo em bullet points:

  • Verifique sua internet
  • Atualize o app bancário
  • Espere alguns minutos e tente de novo
  • Revise seus dados cadastrais
  • Consulte o banco se o erro persistir
  • Fique tranquilo: o dinheiro não foi perdido

Ver o tal “Saque Jam COD 99” na tela pode até dar um frio na barriga, mas na prática é só um erro comum de sistema, e geralmente fácil de resolver. Entender o motivo do erro ajuda a evitar confusão, economiza tempo e garante que o seu dinheiro esteja seguro.

Se você seguir os passos certos e manter seus dados em dia, dificilmente vai ter problemas sérios. O segredo é sempre manter a calma, buscar informações e agir com rapidez.

Quantos passos tem 1 km?

Você já parou pra pensar quantos passos tem 1 km? Parece uma pergunta simples, né? Mas na prática, a resposta varia bastante. Vai depender do seu tamanho, da sua passada e até do jeito que você caminha. Tem gente que dá passo curto, tem quem ande feito atleta, tem quem rebola mais que anda. E tudo isso muda a conta no final. Bora entender de um jeito direto e sem enrolação?

Qual é a média de passos por quilômetro?

Vamos ao ponto principal. De maneira geral, 1 km equivale a cerca de 1.300 a 1.500 passos para a maioria das pessoas adultas. Essa é a média geral considerando um passo comum, sem exagero e nem passo de formiga.

Quem anda com passos mais curtos, geralmente as mulheres ou pessoas mais baixinhas, podem precisar de até 1.600 passos pra completar 1 km. Já os homens, que costumam ter o passo maior, podem precisar de só 1.200 a 1.400 passos.

Mas isso é média, tá? Não é uma regra fixa.

Como calcular seus próprios passos em 1 km

Se você quer saber exatamente quantos passos você dá em 1 km, tem um jeito bem fácil:

  1. Vá pra um local plano (pode ser uma calçada reta, uma pista de corrida ou mesmo uma quadra).
  2. Meça uma distância de 10 metros.
  3. Caminhe essa distância no seu ritmo normal e conte seus passos.
  4. Divida 10 pela quantidade de passos que você deu pra saber o tamanho médio do seu passo.
  5. Depois é só dividir 1.000 metros pelo tamanho do seu passo. Pronto!

Exemplo prático:

  • Digamos que você caminhou 10 metros e deu 12 passos.
  • 10 ÷ 12 = 0,83 metro por passo
  • 1.000 ÷ 0,83 = aproximadamente 1.204 passos em 1 km

Essa conta é a mais certeira que existe.

Tabela média de passos por altura

Pra facilitar sua vida, aqui vai uma tabela bem direta com estimativas de passos por quilômetro de acordo com a altura:

Altura Passos aproximados por 1 km
Menos de 1,60 m 1.500 a 1.600 passos
1,60 a 1,70 m 1.400 a 1.500 passos
1,70 a 1,80 m 1.300 a 1.400 passos
Acima de 1,80 m 1.200 a 1.300 passos

Lembrando que isso tudo é baseado em caminhada leve. Se for corrida, os passos diminuem porque a passada é mais longa.

Diferença entre passos caminhando e correndo

Correndo, a história muda um pouco. A passada geralmente aumenta, então 1 km pode ter só de 900 a 1.200 passos. Quem tem mais preparo físico ou pernas longas dá passos mais largos ainda. Tem corredor profissional que faz 1 km com apenas 800 passos.

Mas a verdade é que:

  • Caminhando normal: média de 1.300 a 1.500 passos

  • Correndo leve: média de 900 a 1.200 passos

E se eu usar um smartwatch ou app?

Hoje em dia tá cheio de aplicativo e relógio inteligente que conta passos. A maioria é bem confiável, mas depende de como você movimenta o braço. Tem gente que anda com o braço parado ou no bolso, e aí o app não conta direito.

Dica boa:

  • Prefira apps com GPS integrado

  • Use braceletes no pulso que ficam firmes
  • Caminhe naturalmente pra garantir que os passos sejam registrados direitinho

Por que é importante saber quantos passos tem 1 km?

Saber quantos passos você dá em 1 km é ótimo pra quem:

  • Quer perder peso

  • Tá de olho em uma meta de saúde
  • Usa aplicativos de passos

  • Treina pra corrida
  • Ou só quer bater os famosos 10 mil passos por dia

Falando nisso…

10 mil passos por dia: quantos quilômetros são?

A recomendação geral de saúde diz que 10.000 passos por dia é uma boa meta pra manter o corpo ativo. Mas quantos quilômetros isso dá?

A média é de 7 a 8 km por dia, dependendo da sua passada. Dá pra dividir mais ou menos assim:

  • Passo curto: 10 mil passos = 7 km
  • Passo médio: 10 mil passos = 7,7 km
  • Passo longo: 10 mil passos = 8,3 km

Ou seja, se você anda bastante no dia a dia, vai bater esses 10 mil passos sem nem perceber.

Caminhada: quantos passos por minuto?

Pra quem tá começando ou quer criar um plano de caminhada, vale saber que:

  • Caminhada leve: 80 a 100 passos por minuto
  • Caminhada moderada: 100 a 120 passos por minuto
  • Caminhada intensa: 120 a 140 passos por minuto

Se você andar por 30 minutos num ritmo moderado, vai dar cerca de 3.500 a 4.000 passos, o que equivale a quase 3 km.

Dicas pra aumentar a quantidade de passos no dia

Quer dar mais passos, mas sem mudar muito sua rotina? Aqui vão umas ideias simples:

  • Desça do ônibus antes do ponto final e vá andando
  • Evite elevador, prefira as escadas
  • Caminhe enquanto fala ao telefone
  • Faça pequenas caminhadas no intervalo do trabalho
  • Leve o cachorro pra passear mais vezes

Com essas dicas dá pra somar milhares de passos extras por semana, sem precisar ir pra academia.

Mitos e verdades sobre passos e caminhada

Vamos quebrar umas ideias erradas que circulam por aí:

Mito: Todos os apps de celular contam passos com precisão
Verdade: Muitos erram bastante se você não estiver com o celular no bolso ou na mão

Mito: Passo é tudo igual pra todo mundo
Verdade: Passo varia com a altura, peso, idade e até humor da pessoa

Mito: Só caminhada longa que emagrece
Verdade: Vários passos curtos ao longo do dia também ajudam muito

Mito: 10 mil passos resolvem todos os problemas de saúde
Verdade: Eles ajudam, mas tem que ter alimentação boa, dormir bem e controlar o estresse também

Passo é só um número ou diz mais sobre você?

Curioso pensar nisso, mas o jeito que você caminha fala muito sobre você. Gente mais agitada dá passos curtos e rápidos. Pessoas mais tranquilas andam devagar e com calma. Até o humor aparece no seu ritmo. Se tá feliz, anda saltando. Se tá estressado, pisa pesado.

Dizem até que dá pra detectar doenças pela forma de caminhar. Doenças neurológicas como Parkinson, por exemplo, afetam a passada. Ou seja, caminhar é muito mais do que exercício. É identidade, é linguagem do corpo.

Responder quantos passos tem 1 km depende de várias coisas, como altura, velocidade, tipo de solo e até o humor de quem anda. Mas agora você já sabe que a média fica entre 1.300 e 1.500 passos caminhando e 900 a 1.200 passos correndo. É um dado útil pra quem tá se cuidando, usando apps de passos ou só quer entender melhor o próprio corpo. Saber o valor exato dos seus passos também ajuda a montar metas mais reais e motivadoras no dia a dia.

Então na próxima vez que alguém te perguntar isso, já responde com segurança. E quem sabe até propõe uma caminhada juntos?

Como acabar com cupim de concreto?

Se tem uma coisa que ninguém quer descobrir em casa é que está com infestação de cupim de concreto. Esses bichinhos são pequenos, discretos, mas causam um estrago que dói no bolso e no coração. Muita gente acha que cupim só gosta de madeira, mas tem uma espécie que ataca concreto sim, e o pior: ela entra por rachaduras, frestas, tubulações e só aparece quando já causou bastante dano.

Neste artigo, você vai aprender como identificar, eliminar e prevenir o cupim de concreto, sem enrolação, com dicas práticas e tudo o que precisa saber para resolver o problema de vez. Vamos nessa?

O que é cupim de concreto? Existe mesmo?

Apesar do nome, cupim de concreto não se alimenta do concreto em si. O que acontece é que ele vive dentro de estruturas de concreto e cimento, usando as fissuras para montar suas colônias. O nome técnico da praga é cupim subterrâneo, e ele ataca principalmente por baixo das construções. Por isso, não se vê com facilidade.

Eles são do tipo Coptotermes gestroi, e podem viver em colônias com mais de 1 milhão de indivíduos. Eles conseguem atravessar concreto, argamassa, rejuntes e até aço em busca de madeira e celulose. O concreto é só o caminho.

Como identificar a presença de cupim de concreto

Antes de sair colocando veneno à toa, é importante entender os sinais de infestação. O cupim de concreto é sorrateiro, então é preciso ficar atento a:

  • Túneis de barro subindo pelas paredes ou saindo do piso
  • Aparecimento de asas no chão, geralmente perto de batentes e rodapés
  • Pequenos furos ou rachaduras incomuns em paredes, rejuntes ou pisos
  • Madeiras ocas ou com aparência de “farelo” mesmo estando longe do solo
  • Barulhinho fraco, como um “tec-tec”, vindo de dentro da parede

Se viu um ou mais desses sinais, é hora de agir rápido, porque o dano estrutural pode ser grande.

Cupim de concreto é perigoso?

Sim, e muito. Por mais que ele não coma o concreto, esse tipo de cupim pode:

  • Danificar a estrutura interna das construções, invadindo vigas e fundações
  • Causar queda de valor do imóvel

  • Trazer riscos à segurança das pessoas, principalmente em construções mais antigas
  • Espalhar rapidamente por vários cômodos, já que vive no subsolo e em tubulações

Por isso, não é uma praga qualquer. É sério, precisa de atenção imediata.

Como acabar com cupim de concreto: passo a passo

1. Faça uma vistoria completa

Chame um profissional especializado ou use uma lanterna e bata nas paredes e pisos com algo metálico. Se ouvir som oco, é sinal de infestação.

2. Use barreira química

Essa técnica é muito usada por dedetizadoras. Ela cria um cerco invisível de veneno em volta da construção, atingindo os cupins que tentam sair ou entrar.

Pode ser feita com produtos como:

  • Fipronil
  • Imidacloprida
  • Termidor (próprio para cupins subterrâneos)

É importante aplicar no solo, próximo das paredes externas, ralos e fundações. Em muitos casos, o produto é injetado por furos feitos no chão.

3. Aplicação direta nos túneis

Se você encontrou os túneis de barro típicos dos cupins subterrâneos, pode aplicar veneno líquido direto ali. Eles vão levar o veneno pra colônia, contaminando o restante.

Evite quebrar os túneis antes de aplicar, pois isso faz com que eles mudem de rota.

4. Armadilhas com iscas tóxicas

Outra solução eficaz e menos invasiva é usar iscas com reguladores de crescimento. São pequenas cápsulas colocadas no solo ou próximo da parede. O cupim come e leva pro ninho, onde contamina os outros.

É um método mais lento, mas muito eficaz para acabar com a colônia inteira.

5. Chame uma dedetizadora especializada

Essa dica é meio óbvia, mas precisa ser dita. Se a infestação já está grande, não adianta improvisar com inseticida de mercado. Só um profissional vai saber onde está o ninho e como eliminar de forma segura.

O serviço costuma durar entre 2 a 5 horas, dependendo do tamanho do local, e os efeitos são de longa duração (até 5 anos) se for bem feito.

Remédios caseiros funcionam?

A resposta curta: não funcionam contra cupim de concreto. Essas colônias são muito resistentes e vivem em lugares de difícil acesso.

Usar querosene, vinagre, naftalina ou água sanitária pode até matar uns poucos cupins, mas não elimina a colônia. Pior ainda, pode empurrar a praga para outros cômodos.

Cupim subterrâneo exige tratamento químico ou profissional. Não tem jeito.

Como prevenir o cupim de concreto?

Prevenir é sempre mais barato do que consertar estrago. Veja algumas dicas pra manter sua casa segura:

Cuidados básicos

  • Vede todas as rachaduras e frestas no piso ou na parede
  • Não deixe madeira encostada diretamente no solo
  • Evite umidade excessiva, especialmente em porões, áreas de serviço e garagens
  • Faça manutenção regular em pisos, rodapés e encanamentos

Dicas para quem vai construir

Se você ainda está na fase de obra ou reforma, pode prevenir desde o começo:

  • Faça barreira química no solo antes de colocar o contrapiso
  • Use madeira tratada com inseticida (como madeira imunizada)
  • Use aditivos antitérmitas no cimento
  • Evite entulhos ou restos orgânicos enterrados sob a obra

Inspeções periódicas

Se você mora em casa térrea ou em áreas de muito mato, é bom fazer uma vistoria a cada 6 meses. Assim você pega no início se aparecer algo estranho.

Quais os melhores produtos para matar cupim de concreto?

Alguns dos produtos mais indicados por especialistas para acabar com cupim de concreto são:

  • Fipronil 25 SC

  • Imidacloprida 200 SC

  • Termidor

  • Premise

  • Protector SC

Eles são vendidos geralmente em lojas agrícolas ou especializadas em controle de pragas. A aplicação precisa ser cuidadosa e em pontos estratégicos.

Se for usar por conta própria, leia sempre o rótulo, use luvas e máscara, e mantenha animais e crianças longe.

Quanto custa para acabar com cupim de concreto?

Os preços variam bastante. Tudo depende do tamanho da área e do tipo de tratamento.

Veja uma média:

  • Tratamento químico com barreira: entre R$ 20 e R$ 35 por metro linear

  • Aplicação de iscas: entre R$ 500 a R$ 1.500, dependendo da quantidade
  • Dedetização profissional completa: entre R$ 1.000 a R$ 4.000 para casas médias

Apesar de parecer caro, o prejuízo causado por uma infestação pode ser bem maior se não for resolvido logo.

Dúvidas comuns sobre cupim de concreto

Cupim de concreto voa?

Sim, quando estão na fase reprodutiva, eles soltam asas e saem voando pra formar novas colônias. É nesse momento que muita gente percebe o problema, quando aparece aquele monte de asinhas pelo chão.

Dá pra conviver com eles e ir eliminando aos poucos?

Não é recomendado. Quanto mais tempo você demora, mais eles se espalham. E como eles vivem embaixo da casa, você não vê o estrago até ser tarde demais.

É verdade que eles voltam mesmo depois de tratar?

Se o tratamento não for bem feito ou não for completo, eles podem voltar sim. Por isso é tão importante vedar entradas e manter inspeções regulares depois da dedetização.

Cupim de concreto é coisa séria. Eles entram escondidos, causam um dano enorme e quando aparecem, já estão bem estabelecidos. O segredo é agir rápido e de forma certeira.

Evite soluções improvisadas, priorize sempre o uso de barreira química ou iscas profissionais e conte com ajuda técnica se o problema for grande. Com os cuidados certos, dá pra se livrar da praga e garantir que ela não volte.

Qual a Altura Ideal para Colocar um Rack na Parede?

Sabe quando a gente tá animado pra deixar a sala linda, escolhe o rack perfeito, a TV tá no esquema… mas aí bate a dúvida: qual a altura ideal pra instalar esse bendito rack na parede? Pois é. Parece detalhe bobo, só que é o tipo de escolha que muda tudo na sua experiência vendo TV, no conforto e até na estética do ambiente.

Nesse artigo, você vai descobrir a altura ideal pra instalar o rack na parede, entender o motivo disso, e ainda vai pegar umas dicas bônus que vão deixar sua sala com cara de revista. Tudo com uma linguagem bem direta, do jeitinho que a gente fala no dia a dia.

Por que a altura do rack faz tanta diferença?

Pode parecer exagero, mas a posição do rack influencia muito no conforto visual e até na organização do espaço.

Se você errar na altura:

  • a TV fica muito alta ou baixa
  • você acaba forçando o pescoço pra ver
  • o ambiente parece desproporcional
  • perde espaço útil no chão ou em cima

E vamos ser sinceros: ninguém quer gastar um dinheirão na decoração pra ficar com dor no pescoço depois.

A altura padrão recomendada

Pra não ter erro, existe uma média ideal que os profissionais de design de interiores e arquitetos recomendam.

A altura ideal do rack na parede gira em torno de 35 cm a 45 cm do chão.

Mas essa medida pode mudar dependendo de alguns fatores. Vamos ver?

O tamanho da TV influencia (e muito)

A altura do rack tá diretamente ligada ao tamanho da sua TV. Não adianta instalar o rack lá em cima se sua televisão for pequena. E nem colocar muito baixo se a tela for grande demais.

Um jeito simples de calcular:

  • Meça a altura da sua TV
  • O centro da tela precisa ficar na linha dos seus olhos quando você estiver sentado no sofá

Em média, essa linha dos olhos sentados fica a cerca de 1,10 m do chão

Então, o ideal é:

  • Instalar o rack entre 35 e 45 cm de altura

  • Posicionar a TV logo acima dele, de forma que o meio da tela fique mais ou menos na altura dos olhos

O estilo do rack também importa

Hoje em dia tem muitos estilos diferentes de rack: suspensos, flutuantes, com gavetas, com pés altos, baixos… e tudo isso muda o jogo.

Se o seu rack for do tipo suspenso/flutuante, a instalação entre 35 a 45 cm do chão deixa ele:

  • com aparência moderna
  • com espaço livre por baixo pra facilitar a limpeza
  • bem alinhado visualmente com a TV

Se for um rack com pés, aí o ideal é deixá-lo direto no chão, e apenas ajustar a altura da TV na parede, conforme a altura do móvel.

Altura ideal da TV com base no sofá

Outra conta prática que você pode fazer:

  • Sente-se no sofá do jeito que você costuma ver TV
  • Pede pra alguém medir a altura dos seus olhos até o chão
  • A partir daí, posicione o centro da tela da TV nessa altura

Se seu sofá for mais alto ou mais baixo que o normal, essa conta ajuda muito a evitar erros.

Dicas práticas para não errar na hora de instalar

Pra garantir que tudo fique harmônico e funcional, dá uma olhada nessas dicas:

Antes de furar a parede:

  • Meça tudo com calma
  • Use uma fita crepe pra simular a posição do rack e da TV
  • Veja de vários ângulos pra garantir que tá bom mesmo

Não esqueça das tomadas

  • Veja se tem tomada perto do local onde vai instalar
  • Considere usar calhas organizadoras ou passa-fios embutidos

Posição da TV no rack

  • Deixe um espaço de pelo menos 15 cm entre a TV e o rack

  • Isso evita que o móvel fique muito apertado ou esconda parte da tela

Harmonia visual com o ambiente

  • Alinhe o rack com outros móveis
  • Mantenha o centro da composição no campo de visão principal da sala

Quando é melhor deixar no chão?

Tem gente que prefere rack de chão mesmo, e tá tudo certo. Nesse caso, o mais importante é:

  • Garantir que ele tenha a altura adequada (em torno de 50 cm)
  • Instalar a TV na parede logo acima, de modo que o centro da tela fique na linha dos olhos

Se o rack for muito alto ou muito baixo, vai precisar compensar na instalação da TV.

E pra quartos, muda alguma coisa?

Sim! Em quartos, como a gente costuma assistir TV mais deitado, a altura ideal do rack pode ser um pouco mais alta.

O centro da TV deve ficar um pouco acima da linha dos olhos deitado, geralmente por volta de 1,30 m a 1,50 m do chão.

Nesse caso:

  • Rack suspenso pode ser instalado mais alto (em torno de 50 cm a 60 cm)
  • A TV acompanha a altura e sobe também

Mas vale sempre testar antes com fita ou papelão simulado na parede.

Modelos de rack suspenso: o queridinho da vez

Os racks suspensos ou “flutuantes” tão bombando na decoração porque:

  • economizam espaço
  • passam uma sensação de ambiente mais clean
  • ajudam na hora da limpeza
  • valorizam a parede como painel decorativo

Pra esse modelo, o padrão continua sendo 35 a 45 cm do chão, mas sempre adaptando conforme o tamanho da TV e o estilo do ambiente.

Vantagens do rack suspenso

  • Visual moderno
  • Sem contato com o chão (ideal pra robôs aspiradores, por exemplo)
  • Pode ser usado como painel junto com nichos ou prateleiras
  • Ajuda a esconder cabos com mais facilidade

Medidas básicas para lembrar

Pra não esquecer, salva aí esse checklist rápido:

  • Altura do rack suspenso: 35 a 45 cm do chão

  • Altura dos olhos sentado: aprox. 1,10 m

  • Altura central da TV: mesmo nível dos olhos

  • Distância entre TV e rack: 15 cm ou mais

  • Rack de chão ideal: altura entre 45 a 60 cm

  • Em quartos: rack + TV mais altos que na sala

Erros comuns (e como evitar)

Alguns erros aparecem sempre e são fáceis de evitar:

  • Colocar o rack muito alto: a TV fica desconfortável pra ver
  • Instalar sem medir: aí o visual fica desproporcional com o ambiente
  • Esquecer das tomadas: aí tem que ficar com extensão à mostra ou refazer instalação
  • Não alinhar com o sofá: acaba ficando torto visualmente

A altura ideal pra colocar o rack na parede vai muito além de uma medida padrão. Envolve conforto, estética, e principalmente o jeito que você usa o espaço. O segredo é alinhar o móvel e a TV com o seu campo de visão sentado, testando antes com marcações e pensando na harmonia da decoração.

Seguindo essas dicas, você evita dor nas costas, desorganização e ainda ganha uma sala com cara de Pinterest. Tudo com um toque seu, sem precisar ser arquiteto.

Como calibrar os pneus de uma moto com garupa?

Viajar de moto é uma das experiências mais gostosas que se pode ter na estrada, ainda mais quando se tem uma boa companhia na garupa. Só que muita gente esquece de um detalhe que é fundamental para a segurança e o desempenho da moto: a calibragem correta dos pneus quando se anda com um passageiro. Isso mesmo, andar com garupa muda completamente o cenário.

Ignorar esse ajuste pode resultar em desgaste prematuro dos pneus, instabilidade nas curvas e até riscos de acidentes. Mas calma, calibrar do jeito certo é mais fácil do que parece. E aqui você vai entender tudo, tim-tim por tim-tim.

Por que é importante ajustar a calibragem com garupa?

Quem pilota com frequência já percebeu que a moto muda de comportamento quando está com garupa. Ela fica mais pesada, exige mais nas frenagens e responde diferente nas curvas. E os pneus são os primeiros a sentir isso.

Quando a pressão não está ajustada para o peso extra, o pneu pode deformar, aquecer além do normal e comprometer a aderência. Isso sem falar no risco de estouro ou de perda total do controle em pisos molhados.

Veja o que pode acontecer com pneus mal calibrados com garupa:

  • Desgaste irregular da banda de rodagem
  • Consumo maior de combustível
  • Maior dificuldade de manobra
  • Frenagem menos eficiente
  • Menor estabilidade em curvas

Então se você anda com alguém na garupa, precisa adaptar a calibragem ao peso adicional.

Diferença da calibragem com e sem garupa

A pressão ideal dos pneus muda de acordo com o peso que a moto está carregando. A própria fabricante da moto costuma indicar duas pressões: uma para uso solo e outra para uso com passageiro e/ou carga.

Geralmente, com garupa, a pressão aumenta entre 2 a 5 psi em relação ao uso normal. Por exemplo:

  • Pneu dianteiro: de 29 psi (solo) para 32 psi (com garupa)
  • Pneu traseiro: de 33 psi (solo) para 36–38 psi (com garupa)

Essa variação depende da moto, do tipo de pneu e também do peso do garupa. Por isso é essencial consultar o manual da sua moto.

Onde encontrar a pressão ideal para sua moto?

A informação exata de calibragem está em:

  • Manual do proprietário
  • Etiqueta no quadro da moto (geralmente na balança ou perto da corrente)
  • Tampa do compartimento lateral em algumas scooters
  • Painel eletrônico (em motos mais modernas com sensores)

Nunca chute a pressão. Um erro de apenas 3 psi pode prejudicar muito o desempenho e a segurança.

Como fazer a calibragem correta com garupa

Vamos ao passo a passo simples e direto para calibrar os pneus da moto com garupa:

1. Espere os pneus estarem frios

O ideal é calibrar antes de rodar. Pneus quentes dão medidas erradas por causa da dilatação do ar. Se já tiver rodado um pouco, aguarde uns 30 minutos.

2. Use um calibrador confiável

Postos de gasolina nem sempre têm medidores calibrados. O melhor é usar um calibrador digital próprio, que você pode carregar até na mochila.

3. Verifique no manual a pressão correta com garupa

Antes de encher, saiba qual é a pressão recomendada com passageiro. Isso evita que você exagere ou deixe de completar direito.

4. Ajuste a pressão com base no peso

Se o garupa for mais leve (até 60 kg), o ajuste pode ser menor. Se for mais pesado ou se tiver bagagem, considere subir 3 a 5 psi no traseiro.

5. Faça a calibragem com a moto no cavalete central ou com ajuda

A moto precisa estar estável. Se não tiver cavalete central, peça ajuda ao garupa para segurar a moto.

Qual a frequência ideal para verificar a pressão?

Muita gente acha que calibrar uma vez por mês tá bom. Errado. A recomendação é verificar a pressão pelo menos uma vez por semana se a moto for usada todos os dias, e sempre que for fazer uma viagem, especialmente com garupa.

Além disso:

  • Sempre calibre antes de sair, e não depois de rodar
  • Com garupa, é bom conferir a pressão sempre que pegar estrada 
  • Se sentir a moto pesada, instável ou “dançando”, pare e verifique

Calibragem errada pode causar acidentes?

Sim, e com certeza. Um pneu murcho com garupa dificulta o controle da moto, aumenta a distância de frenagem e compromete as curvas. Já um pneu muito cheio perde aderência e pode estourar em buracos ou em calor extremo.

Se você rodar com garupa frequentemente, manter a pressão ideal nos pneus é tão importante quanto estar com os freios em dia.

Outras dicas para rodar com segurança com garupa

Além de cuidar da calibragem, tem outros cuidados que fazem toda a diferença quando se tem alguém na garupa:

Antes de sair:

  • Ajuste da suspensão: se a moto permitir, aumente a pré-carga da mola traseira
  • Checagem dos pneus: desgaste, cortes e bolhas devem ser observados
  • Equipamento do garupa: sempre capacete, jaqueta e calçado fechado
  • Comunicação: explique como o garupa deve se comportar em curvas e frenagens

Durante o percurso:

  • Mantenha a velocidade mais constante
  • Evite freadas bruscas
  • Use o freio traseiro com mais frequência
  • Reduza a velocidade nas curvas e manobras

Posso deixar a calibragem sempre alta para o garupa?

Não é recomendado. Se você anda sozinho na maioria do tempo e só pega garupa de vez em quando, não deve manter a pressão alta o tempo todo. Isso faz o pneu central se desgastar mais rápido e piora a aderência em piso molhado.

A dica é:

  • Use pressão normal no dia a dia
  • Ajuste a pressão sempre que for andar com passageiro
  • Se rodar com garupa diariamente, aí sim mantenha a calibragem mais alta

Pneus diferentes, calibragens diferentes

Se você trocou os pneus da moto por modelos diferentes do original, precisa conferir as recomendações do fabricante dos pneus novos, que podem variar. Pneu radial, por exemplo, costuma exigir pressões diferentes de pneus diagonais.

Marcas como Michelin, Pirelli e Metzeler costumam disponibilizar tabelas específicas para cada modelo de moto e situação de uso (solo, garupa, carga, pista, etc.).

Vale a pena usar nitrogênio em vez de ar?

Para quem roda bastante ou faz viagens com garupa, o nitrogênio nos pneus pode ser uma boa. Ele:

  • Mantém a pressão por mais tempo
  • Não aquece tanto
  • Ajuda a preservar o pneu

Mas é mais caro e nem sempre fácil de encontrar em postos. Se optar pelo ar comum, só redobre os cuidados com a verificação semanal.

Andar de moto com garupa é uma experiência que mistura emoção e responsabilidade. Uma pequena atitude como ajustar corretamente a calibragem dos pneus pode ser a diferença entre um passeio tranquilo e um susto feio.

Cada moto tem sua medida certa e o peso do garupa deve sempre ser levado em conta. Não subestime isso. Seu conforto, o da pessoa que vai com você e, principalmente, a segurança dos dois dependem dessa escolha simples.

Então antes de ligar a moto e sair por aí com a sua companhia no banco de trás, não esquece de fazer aquela parada básica no calibrador. São só dois minutos que fazem toda a diferença na sua viagem.

Personal Organizer em SP: Quanto cobra

Organizar a casa não é só sobre dobrar roupa bonitinho ou empilhar caixas de forma alinhada. É sobre trazer paz, praticidade e tirar um peso da cabeça. E se tem um lugar onde isso faz toda diferença, é em São Paulo, né? A correria é tanta que a gente mal tem tempo pra respirar, quanto mais arrumar armário.

Aí entra a figura do Personal Organizer, que vem crescendo cada vez mais na capital paulista. Mas a dúvida que bate na hora é sempre a mesma: quanto cobra um Personal Organizer em SP? Spoiler: não é tão caro quanto parece, e o custo-benefício pode ser enorme.

O que é um Personal Organizer e por que contratar?

Um Personal Organizer é um profissional treinado pra organizar espaços de forma funcional. Pode ser casa, escritório, loja, cozinha, depósito… tudo! Eles pensam em como facilitar sua vida com técnicas de organização, descarte, categorização e até rotinas de manutenção.

Você deve contratar esse serviço se:

  • Vive perdendo coisas dentro de casa
  • Tem muita coisa acumulada e não sabe por onde começar
  • Vai se mudar e quer tudo arrumado já na chegada
  • Precisa ensinar a família a manter a casa em ordem
  • Quer praticidade e mais espaço sem reforma

E, sim, vale pra homem, mulher, jovem, idoso, solteiro ou com família de cinco. Organização não tem gênero nem idade.

Quanto cobra um Personal Organizer em SP?

Agora sim, vamos direto ao ponto. Em São Paulo, os preços variam bastante, dependendo de alguns fatores. Mas aqui vai uma média:

  • Organização simples: de R$ 80 a R$ 150 por hora
  • Serviços completos ou por dia: entre R$ 600 e R$ 1.200 por dia
  • Treinamento e consultoria: entre R$ 300 e R$ 700 por sessão
  • Pacotes mensais: podem passar dos R$ 2.000, dependendo do tamanho da casa e frequência

Esses são os valores gerais, mas pode mudar bastante dependendo da região, do tipo de espaço, da experiência do profissional e da urgência do serviço.

O que influencia no preço?

Tamanho do espaço

Organizar uma gaveta é bem diferente de lidar com um depósito ou uma cozinha inteira. Quanto maior o ambiente, maior o tempo necessário e, consequentemente, o valor.

Complexidade do serviço

Nem toda organização é igual. Às vezes envolve descarte de objetos, criação de categorias, etiquetas, uso de organizadores, e até ajuda na compra de novos itens.

Experiência da profissional

Organizadoras mais experientes, com formação e portfólio mais recheado, tendem a cobrar um pouco mais. Mas o serviço também costuma ser mais rápido e eficaz.

Localização dentro de São Paulo

Algumas profissionais incluem o deslocamento no valor. Outras cobram à parte se o endereço for longe ou de difícil acesso.

Exemplos reais de quanto custa organizar

Só pra ilustrar melhor, separei aqui alguns exemplos práticos pra você ter noção:

Organização de closet

  • 4 horas de trabalho
  • Investimento médio: R$ 500 a R$ 800
  • Inclui: triagem, descarte, categorização, dobra, etiquetas

Cozinha pequena

  • 3 a 4 horas de serviço
  • Valor: R$ 400 a R$ 700
  • Pode envolver reorganização de armários, utensílios, mantimentos

Escritório em home office

  • Projeto entre 2 e 3 visitas
  • Custo total: R$ 1.000 a R$ 1.500
  • Inclui: otimização do espaço, sistema de arquivamento, acessibilidade

Organização de mudança

  • Serviço mais completo
  • De R$ 1.500 a R$ 3.000, dependendo da casa
  • Acompanha empacotamento, etiquetagem, organização no novo endereço

Formas de cobrança

Existem três formatos principais de cobrança:

Por hora

  • Mais comum em serviços menores
  • Média entre R$ 90 e R$ 130 por hora
  • Bom para quem quer testar ou tem pouco espaço pra organizar

Por dia

  • Ideal pra projetos maiores
  • Pode variar de R$ 600 a R$ 1.200 o dia
  • Costuma incluir materiais simples (etiquetas, caixas)

Por projeto ou pacote

  • Indicado pra mudanças ou casas completas
  • Preço personalizado após avaliação
  • Pode envolver visitas recorrentes

Como escolher um bom Personal Organizer

Se você se animou pra contratar, fica aqui um checklist maroto pra não errar:

  • Veja fotos de antes e depois do trabalho
  • Leia comentários e avaliações
  • Pergunte se o valor inclui materiais (etiquetas, caixas organizadoras)
  • Pergunte sobre o tempo estimado pro serviço
  • Cheque se cobra deslocamento
  • Entenda se ela ensina a manter a organização depois ou só organiza

Vale a pena o investimento?

Olha, vale. E muito. Quando você contrata uma Personal Organizer, você tá comprando tempo, tranquilidade e praticidade. A casa organizada muda o clima do ambiente, facilita a rotina, evita brigas e até melhora o sono. Sem falar que você para de comprar coisas repetidas porque não achava as que já tinha.

Além disso, muitas organizadoras ensinam truques simples pra manter tudo no lugar, mesmo com rotina corrida. E se você achar o investimento alto num primeiro momento, tente começar por um cômodo. Depois que sentir a diferença, vai querer fazer o resto rapidinho.

Dicas pra economizar na contratação

Se você quer dar uma aliviada no bolso, dá pra seguir algumas dessas sugestões:

  • Combine dias fixos com a profissional (pacotes saem mais em conta)
  • Organize junto (o tempo de serviço reduz e você aprende)
  • Comece por ambientes menores
  • Reaproveite organizadores que já tem em casa
  • Junte vizinhos ou parentes pra contratar juntas e negociar desconto

Então, quanto cobra um Personal Organizer em SP? Depende, claro. Mas agora você tem uma visão bem realista. Os preços variam, sim, mas não são nenhum absurdo se comparado ao benefício que você leva pra casa e pra sua mente. Tem opção pra todos os bolsos e necessidades. E em muitos casos, o resultado vai muito além da estética: é transformação de vida mesmo.

Quais são todos os tipos de extintores de incêndio?

Incêndio é coisa séria e não escolhe lugar. Pode acontecer num prédio, numa loja, num carro ou até na cozinha de casa. Só que nem todo mundo sabe que existe mais de um tipo de extintor de incêndio. E saber qual usar pode ser a diferença entre apagar o fogo rapidinho ou deixar o prejuízo tomar conta.

Esse artigo vai te mostrar todos os tipos de extintores, explicar pra que serve cada um, quais os mais comuns em lugares públicos e até qual pode ou não ser usado em equipamentos elétricos. Então bora entender como funciona esse item tão essencial pra segurança.

Para que serve um extintor?

Antes de tudo, vale lembrar: o extintor serve pra apagar ou controlar um foco de incêndio enquanto ele ainda está pequeno. Não substitui os bombeiros, mas pode evitar que a coisa fique pior. Só que o segredo está em usar o extintor certo pro tipo de fogo que apareceu.

Entenda as classes de fogo

Antes de falar dos tipos de extintores, é preciso saber que o fogo se divide em classes, e cada uma exige um extintor específico:

Classe A

Fogo em materiais sólidos comuns, como:

  • Madeira
  • Papel
  • Tecido
  • Borracha

Esse é o tipo mais frequente em ambientes residenciais e escritórios.

Classe B

Fogo em líquidos inflamáveis:

  • Gasolina
  • Álcool
  • Tinta
  • Óleo

Muito comum em oficinas, postos e cozinhas.

Classe C

Fogo em equipamentos elétricos energizados:

  • Painéis
  • Fiação
  • Máquinas
  • Eletrodomésticos

Usar água aqui é perigoso. Choque na certa.

Classe D

Fogo em metais inflamáveis, tipo:

  • Magnésio
  • Titânio
  • Lítio (presentes em baterias, por exemplo)

Esse é mais raro, mas ocorre na indústria pesada.

Classe K

Esse é específico pra cozinhas comerciais, tipo restaurantes e lanchonetes. Fogo causado por:

  • Gordura quente
  • Óleo de fritura

Nem sempre um extintor comum dá conta disso.

Agora sim: todos os tipos de extintores

Extintor de Água Pressurizada

Esse é o clássico de muitos lugares. Ideal para classe A.

Vantagens:

  • Barato
  • Fácil de usar
  • Eficiente em papel, madeira, tecido

Cuidado: Nunca use em equipamentos elétricos! A água conduz eletricidade e você pode acabar se machucando.

Extintor de Pó Químico Seco (PQS)

Esse é o “coringa”, o mais versátil.

Usado nas classes: A, B e C

Vantagens:

  • Serve pra madeira, líquido inflamável e eletricidade
  • Muito comum em carros, prédios e empresas

Desvantagem: Faz sujeira. O pó químico se espalha e é difícil de limpar.

Extintor de CO₂ (Dióxido de Carbono)

O queridinho dos ambientes com equipamentos eletrônicos.

Usado nas classes: B e C

Vantagens:

  • Não danifica computadores ou painéis
  • Não deixa resíduos

Cuidado: Pode causar asfixia em lugar fechado. E a ponta do extintor fica congelante, pode queimar a mão.

Extintor de Espuma Mecânica

Menos comum, mas muito eficiente em líquidos inflamáveis.

Usado nas classes: A e B

Vantagens:

  • Cria uma camada que sufoca o fogo

Desvantagem: Também não serve pra eletricidade.

Extintor Classe D (Pó Químico Especial)

Esse aqui é bem específico.

Usado na classe: D (metais inflamáveis)

Vantagens:

  • Extingue fogo que outros extintores não conseguem

Só encontrado em: Indústrias, laboratórios, fábricas de peças metálicas.

Extintor Classe K (Acetato de Potássio)

Feito especialmente pra cozinhas.

Usado na classe: K

Vantagens:

  • Controla fogo de óleo e gordura
  • Cria uma espuma que abafa o fogo e impede reignição

Muito usado em: Restaurantes, food trucks, cozinhas industriais

Como saber qual é qual?

Todo extintor tem uma etiqueta explicando:

  • Qual a classe de fogo que ele apaga
  • Qual é o tipo de agente (água, pó, CO₂, etc)
  • E o modo de uso simplificado

Dá uma olhada antes de usar. Na dúvida, o PQS (pó químico seco) é o mais “genérico” e pode quebrar um galho em várias situações.

Tipos de extintores por local

Em casa

  • O ideal é ter um extintor PQS, de pelo menos 4 kg
  • Evite deixar perto do fogão ou do forno
  • Tenha fácil acesso em caso de emergência

No carro

  • Obrigatório por lei
  • Também é PQS 
  • Fica preso por suporte no porta-malas ou ao lado do banco

Em empresas

  • Depende da área
  • Escritórios usam mais o de CO₂ por causa de computadores
  • Oficinas mecânicas e galpões industriais usam bastante o de espuma ou pó químico

Dicas para usar o extintor certo

Não adianta ter extintor se não souber usar, né? Então bora anotar essas dicas:

Passo a passo rápido:

  1. Puxe o pino de segurança
  2. Mire na base do fogo 
  3. Aperte o gatilho 
  4. Faça um movimento de vai e vem 

E não se esqueça: se o fogo estiver alto demais, saia do local e chame os bombeiros.

Quando trocar ou revisar o extintor?

Tem validade sim! E precisa de manutenção.

Fique de olho em:

  • Selo do Inmetro 
  • Data da próxima recarga 
  • Se o lacre está intacto 
  • Se o manômetro (relógio de pressão) está no verde

Extintor vencido = risco dobrado. Pode falhar na hora que você mais precisa.

Quais os extintores obrigatórios por lei?

Pela legislação brasileira, lugares públicos, empresas, condomínios, carros e vários outros espaços precisam ter extintores. E não é qualquer um, viu? A escolha varia conforme o projeto de segurança contra incêndio, que depende de vistoria e aprovação do Corpo de Bombeiros.

Em geral, empresas têm que manter:

  • Sinalização clara
  • Acesso fácil ao extintor
  • Treinamento básico com funcionários

E não dá pra sair improvisando, como colocar extintor de água perto de painel elétrico. Pode piorar o problema.

Depois de ver todos esses tipos, dá pra entender que cada extintor tem sua função. Não é tudo igual, nem serve pra qualquer incêndio. Saber qual usar, onde colocar e como operar pode fazer toda a diferença.

Seja em casa, no trabalho ou na rua, estar preparado é uma atitude de quem se importa com segurança. E escolher o extintor certo faz parte disso.

Como encontrar sites que aceitam links e artigos?

Se você tá nessa de divulgar seu site, melhorar o SEO ou até ganhar visibilidade pra um projeto, conseguir publicar links e artigos em outros sites é ouro puro. Mas aí vem a dúvida: como descobrir esses sites? Parece que todo mundo já tem seus contatos secretos, né? Só que não é tão complicado quanto parece. Dá pra encontrar esses espaços com um pouco de estratégia e paciência.

A real é que muita gente perde tempo atirando pra todo lado, mandando e-mail pra site que nem responde ou tentando em blog que nem aceita colaborador. Mas com um passo a passo inteligente e algumas ferramentas na manga, dá pra chegar nos lugares certos e com mais chance de dar certo.

O que são sites que aceitam links e artigos?

Pra começo de conversa, são sites que abrem espaço pra convidados publicarem conteúdo. Isso pode ser um artigo completo (como um guest post), um link no meio de um texto já publicado, ou até uma troca de backlinks.

Esses sites geralmente:

  • Aceitam conteúdo externo com temas parecidos com o deles
  • Permitem pelo menos um link (dofollow ou nofollow)
  • Exigem uma certa qualidade no texto
  • Às vezes cobram taxa pra publicar

Por que é importante publicar em sites parceiros?

Se você tá se perguntando se vale a pena correr atrás disso, a resposta é sim, vale muito. Alguns motivos:

  • Aumenta sua autoridade no Google
  • Gera tráfego direto pro seu site
  • Melhora seu posicionamento nas buscas
  • Cria conexão com novos públicos
  • Dá mais visibilidade pra sua marca

Mas claro, nem todo site vai ajudar de verdade. Tem que saber escolher com critério, senão você só perde tempo (ou dinheiro).

Como encontrar sites que aceitam artigos?

Aqui começa o jogo de verdade. Existem vários jeitos de encontrar esses sites para fazer backlinks de qualidade, e o segredo é usar combinações que funcionam no seu nicho.

1. Usar o Google da forma certa

O Google é sua melhor ferramenta, mas não é só digitar “site que aceita guest post”. Tem que usar os operadores certos. Olha uns exemplos:

  • “escreva para nós” + tema do seu nicho
  • guest post” + palavra-chave
  • “envie seu artigo” + assunto
  • site:.br “colabore conosco”
  • “aceitamos artigos” + seu segmento

Essas pesquisas vão te levar direto pra páginas que explicam como colaborar com esses sites.

2. Usar ferramentas de SEO

Se você tem acesso a ferramentas como Ahrefs, SEMrush, Ubersuggest ou Moz, dá pra descobrir onde seus concorrentes conseguiram backlinks.

Passo a passo básico com Ahrefs, por exemplo:

  • Vai em “Site Explorer”
  • Digita o domínio do concorrente
  • Clica em “Backlinks”
  • Filtra por tipo de link e âncora
  • Descobre onde ele colocou artigo com link

Isso mostra na prática onde estão aceitando artigos com links.

3. Plataformas de guest post

Existem alguns lugares que funcionam como um “mercado” de artigos. Você se cadastra e pode tanto publicar como encontrar quem quer publicar. Alguns são gratuitos, outros pagos.

Exemplos comuns:

  • Plataformas brasileiras e internacionais que conectam redatores e donos de site
  • Marketplaces de conteúdo patrocinado
  • Sites com rede de blogs que aceitam parcerias

Essas plataformas geralmente têm:

  • Catálogo de sites por nicho
  • Dados de autoridade de domínio (DA)
  • Preço por publicação
  • Contato direto com o dono do site

4. Redes sociais e comunidades

Às vezes, o melhor lugar pra encontrar quem aceita artigo é em grupos de Facebook, fóruns ou até LinkedIn. Gente que tem blog e quer conteúdo normalmente divulga por lá.

Fica de olho em grupos como:

  • Grupos de SEO
  • Grupos de marketing digital
  • Comunidades de afiliados
  • Fóruns como Reddit ou Quora

Muita gente oferece oportunidade de guest post nessas comunidades. Basta estar ligado e saber se apresentar com profissionalismo.

Como abordar sites que aceitam guest post?

Agora que você encontrou alguns, vem a parte mais importante: o primeiro contato.

Aqui vai um roteiro que costuma funcionar:

Assunto do e-mail:

  • “Proposta de colaboração: conteúdo original sobre [tema]”
  • “Tenho um artigo inédito para o seu blog sobre [assunto relevante]”

Corpo do e-mail:

  • Seja direto e educado
  • Mostre que você leu o site deles
  • Sugira um ou dois temas específicos
  • Fale que o artigo será original e de qualidade
  • Diga que aceita seguir as regras editoriais

Evite mandar e-mail genérico. Personalize. Mostre que você realmente quer colaborar com aquele site, não com qualquer um.

Como escolher os melhores sites?

Agora vem a parte de não sair aceitando qualquer lugar. Um backlink ruim pode até prejudicar seu SEO. Então observe:

Verifique:

  • Se o site tem autoridade (DA/DR) razoável
  • Se tem conteúdo de verdade ou é só feito pra vender link
  • Se o site tá indexado no Google
  • Se os artigos têm engajamento (comentários, compartilhamentos)
  • Se o layout e a usabilidade são boas

Se for um site que só publica texto genérico, com link pra tudo quanto é canto, desconfie. Melhor pagar um pouco mais e estar num lugar de confiança.

Quanto custa publicar artigos com link?

Isso varia muito. Alguns sites aceitam de graça, principalmente se você entregar um conteúdo top. Outros cobram uma taxa que pode ir de R$50 até R$2000 ou mais, dependendo da autoridade do site.

Fatores que influenciam no valor:

  • Quantidade de acessos mensais
  • Autoridade de domínio (DA/DR)
  • Nicho de atuação
  • Tipo de link (dofollow é mais caro)
  • Se o artigo será fixo ou rotativo

Dicas extras pra conseguir mais publicações

Se liga nessas estratégias que fazem diferença:

  • Mantenha um portfólio com artigos já publicados
  • Tenha um site ou blog seu pra mostrar que você entende do assunto
  • Ofereça troca de guest post com outros sites do mesmo nicho
  • Participe de eventos ou webinars e conecte com donos de site
  • Invista em relacionamento: elogiar um artigo, comentar, interagir

Quem é lembrado, é chamado. A internet é feita de conexões. Se você for gentil, profissional e trouxer valor, as portas se abrem.

Lista de frases-chave pra usar nas pesquisas

Pra facilitar ainda mais, aqui vai um resuminho das frases que funcionam:

  • “guest post”
  • “escreva para nós”
  • “colabore conosco”
  • “envie seu artigo”
  • “aceitamos contribuições”
  • “publicação de artigos”
  • “parcerias de conteúdo”
  • “guest blogging”

Misture isso com sua palavra-chave principal (ex: finanças, saúde, tecnologia) e explore os resultados.

Encontrar sites que aceitam links e artigos exige um pouco de paciência, sim. Mas com os jeitos certos, você consegue montar uma rede de publicação poderosa, que vai impulsionar o seu SEO e dar muito mais visibilidade pro seu trabalho. O segredo tá na consistência e no cuidado com a escolha dos parceiros.

E não precisa sair pagando fortuna pra começar. Com bons textos e uma abordagem certa, dá pra conseguir espaço em vários sites respeitados.